Tem como base a dimensão social, a cognitiva e a docente, utiliza comunicação assíncrona por meio de fórum de discussão como suporte, onde é possível sistematizar e analisar as interações, portanto, necessita de uma presença docente.
2. E-moderating
Baseado em cinco níveis ou etapas, que orientam a atividade do moderador no trabalho com os formandos, para conseguir a construção de comunidades virtuais de aprendizagem. É também um modelo desenvolvido para funcionar essencialmente através da utilização dos fóruns eletrônicos, em modo de comunicação assíncrona.
3. Modelo de Colaboração de Murphy
Funciona como um instrumento em desenvolvimento para medir a colaboração grupal em ambientes online de comunicação assíncrona. Trabalha a colaboração como um processo contínuo de interação que pode ser reconhecida e pensada ao longo de seis processos, onde o tipo de interação que se estabelece se vai modificando permitindo, ao mesmo tempo, outro tipo de relações mais colaborativas. O modelo não aborda a função de um hipotético formador mas, não podemos retirar informação sobre a função do formador para o desenvolvimento de comunidades colaborativas.
4. Modelo de Colaboração em Ambientes Virtuais
Neste modelo, a colaboração baseia-se em três componentes: empenho, comunicação e coordenação. O empenho necessita de predisposição afetiva e psicológica dos membros do grupo para colaborar. A comunicação está relacionada com o processo de partilha de informação entre os elementos do grupo. A coordenação consiste na gestão das atividades de pessoas e dos recursos para atingir um fim.
5. M. de Interação em Ambientes Virtuais
Parte do princípio fundamental de que o estabelecimento de relações sociais numa comunidade educativa é um fator determinante para o êxito deste tipo de formação. O ambiente virtual pretende levar ao conhecimento através da colaboração, numa ótica construtivista e sócio-construtivista, em que a aprendizagem se realiza através da atividade grupal ou interação entre pares.
Fonte:
MEIRINHOS, M; Osório, A. Modelos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais, Escola Superior de Educação de Bragança – Instituto Politécnico de Bragança / Instituto de Estudos da Criança - Universidade do Minho. p 505-508.
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